13 de junho de 2015

O QUE ESPERAMOS DOS PADRINHOS DOS FILHOS

Enquanto fazia a visita matinal ao feed de noticias do facebook, deparei-me com uma publicação, partilhada por uma amiga, que (quase) completou o meu pensamento dos últimos tempos: "As 10 atitudes que esperamos das madrinhas de nossos filhos" foi escrito por duas bloggers brasileiras (blog), que são mães e amigas. Eu gostei tanto do que elas disseram, revi os meus pensamentos e a minha ideologia nas suas palavras, que faço delas, minhas também.

"Tem gente que pensa que ser madrinha ou padrinho é apenas presentear a criança com bons brinquedos e só. Mas as madrinhas e os padrinhos são muito mais do que isso, são quase como segundos pais e precisam ter valores morais e espirituais, bem como pensamentos, semelhantes aos dos pais"


Estas são as 10 atitudes que elas assumem ser as mais importantes que uma madrinha e padrinho devem ter quando lhes é confiado tal papel: 

1. Estar presente
As madrinhas devem sempre estar presentes no dia a dia da vida de nossos filhos, principalmente em datas importantes como aniversário, Natal, primeira comunhão etc. Nós, mamães, ficamos muuuuito frustradas quando isso não acontece, não é mesmo?

2. Ser amiga e conhecer os gostos dos nossos filhos 
Se a madrinha é como uma segunda mãe, precisa conhecer o que o afilhado gosta ou não, das preferências de alimentação até saber cantar algumas das músicas preferidas dele (madrinha que é madrinha sabe cantar Galinha Pintadinha, rsrsrsr!!!). A madrinha precisa estabelecer um laço profundo com a criança, e isso também passa por saber do que ela gosta e pelo interesse genuíno por seu “mundinho”.

3. Procurar criar momentos particulares com a criança
Por exemplo: brincar, buscar na escola, levar ao parque etc. Fico muuuito feliz quando vejo meu filho se divertindo com sua madrinha e padrinho, ele os adora e brincam bastante juntos! Percebo que eles se dedicam muito para fortalecer essa relação!

4. Assumir um compromisso
Quando os padrinhos são escolhidos e aceitam o convite, assumem o compromisso perante Deus de amar e ajudar na educação da criança. Em caso dos pais morrerem, cabe aos padrinhos assumirem a responsabilidade de criar o afilhado. Portanto, ser padrinho não se resume em dar presentes, mas em estar envolvido na criação e no direccionamento da criança, auxiliando os pais com conselhos e apoio.

5. Não mimar a criança
A madrinha deve ser companheira da mãe. E procurar respeitar sempre os limites impostos pelos pais!

6. Presentear com afecto
As crianças gostam de presentes. E é muito mais legal quando são algo exclusivo, que atraia a criança e que demonstre conhecê-la. A preocupação em acertar existe, mas um presente que seja “a cara” da criança vale muito mais do que um presente caríssimo.

7. Se o afilhado tiver irmãos, o vínculo deve ser criado com todos
É muito legal quando a madrinha tem a sensibilidade de  se relacionar com os irmãos de seu afilhado, para que as crianças não se sintam excluídas. Acho normal que possa existir uma “preferência” para o afilhado, mas não precisa ser explícita e é claro que as crianças não precisam perceber isso, né?

8. Estar junto nos melhores e piores momentos
Esperamos que as madrinhas nos apoiem e estejam presentes em TODOS os momentos! Infelizmente podem existir aqueles momentos não tão bons… Por isso, não é legal quando as madrinhas aparecem somente nas festas. Por exemplo, ligar quando o afilhado está doentinho faz toda a diferença!

9. Ficar tão emocionada quanto os pais
Qual mãe não se emociona ao ver as primeiras conquistas dos filhos? E é tão legal quando as madrinhas também demonstram essa “emoção”! Isso revela que elas estão entregues de corpo e alma para essa relação!

10. Amá-lo incondicionalmente
Esse item comporta todos os anteriores! Aquelas madrinhas que sentem um verdadeiro amor pelos afilhados são muito mais admiradas pelas mães que, sem dúvida, têm certeza de que acertaram na escolha da madrinha perfeita para seus filhos!

Acredito que muitas de vocês, mesmo antes de engravidar, já sabiam quem queriam convidar para madrinha e padrinho. Eu nunca criei essa ideia, até porque onde há uma mãe, por norma, há um pai e por muito pouco ou muito que convivam e se relacionem, há que existir respeito entre ambos, ainda mais, quando existe uma criança no meio. Portanto, nomear os padrinhos é, ou devia ser, uma tarefa desenvolvida e pensada em conjunto. Sem querer ofender susceptibilidades, uma promessa de apadrinhamento, de longa data, deve ser bem pensada e mais que (re)pensada. É bom relembrar que, possivelmente, na hora que foi feita, os membros do casal ainda nem se conheciam, talvez ainda nem maturidade suficiente tinham e só o diziam da boca para fora e, como eu disse, há que respeitar as opiniões de ambos, agora que partilham de um ser em comum. Senão, pela lógica de ideias, se ambos executassem o mesmo plano de promessa e para agradar a todos, em vez de dois, passavam a ser 4 padrinhos: 2 da mãe e 2 do pai. Padrinhos que serão PADRINHOS recebem um convite, seja ele escrito ou verbal, por parte dos Pais. Só assim é comprovado o agrado e consenso daquela escolha por ambas as partes. 

Beijos Indecisos,
Lígia Antelo.
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